http://www.lanting.com/

"While so many photographers have said goodbye to film, Lanting has been saying hello again. The translation process that enables film-based imagery to function in a digital context has little to do with nostalgia and everything to do with maintaining film as an active part of the photographic record. This archive—whether it’s used for personal reference or professional development—applies to every photographer who’s ever worked with film. Film’s legacy is important to the broader context of the medium, as well. “If you care about your own history as a photographer,” Lanting says, “or if you care about the history of photography in general, this is a really important interface—how you structure the translation of film-based imagery to digital imagery. It’s like doing a translation between different languages. And just as translation involves an interpretation—the words don’t always match—in the same way the translation from analog to digital is also an interpretation, and as such, film will remain an active part of the language that photographers have spoken for many decades."
http://boyofblue.com/index.html


A sua abordagem é bastante radical e por isso despreza processos muito artificiais, como a fotografia digital, e vira-se para o grau absoluto da fotografia: a técnica do pinhole. Através deste processo a relação com o sujeito fotografado é mais forte e o resultado final é mais verdadeiro, sem manipulações. Mas se o sistema é simples, o seu envolvimento é complexo - referimo-nos à caixa que contém a película fotográfica. É aqui que Wayne revela toda a sua criatividade...
Western Seas - O Mar a Ocidente
Nuno Sá
http://www.photonunosa.com/bio.html
Desde dia 3 de Junho que se pode visitar a exposição de fotografia de Nuno Sá no CCCAH, um conjunto de fotografias imprimidas em grandes dimensões. Pessoalmente já as tinha visto no hotel das Flores,, numa versão a preto e branco e de menores dimensões. Dessa visita fiquei com excelente opinião sobre o trabalho fotográfico a que Nuno Sá se tem dedicado desde 2004, como fotógrafo profissional. Ver as fotografias imprimidas com cor e em grande dimensão revela no seu esplendor as qualidades do suporte de registo mas também as suas limitações, que se diga editadas de uma forma muito sensível. Ver fotografia pode ser também viver a fotografia onde, nesta exposição, os assuntos são apresentados de forma simples e directa ficando a sensação de terem sido momentos de celebração positiva entre a nossa espécie e as outras que habitam um meio que nos é adverso e com o qual mais facilmente contactamos como consumidores finais.
RETROEVOLVE THE PHOTOGRAPHY - By Antonio Graell. January 2009


Pixels, bits, CCDs, CMOS, sensors, chips, RAWs, resolutions, binary language,hexadecimal language, megapixels, etc ... Photography has been invaded by technology, has been stuffed with hardly grasped odd words which are howeverused compellingly every time it´s one´s turn to speak on photography. We don´t talk about emulsions, developers, toning liquids or pushes any longer. As a matter of fact, there are young photographers that haven´t even seen an enlarger or watched how the image "raises" on sticking the paper into the developer tray.

All this technological breakthrough has made easy that a great number of people make up their minds regarding the capture of those instants by means of a digital camera or mobile phone, persons who without that technology wouldn´t have ever made a picture.Even, some of them have been able to see in themselves a talent which they would have never found in other way. And everything because of a pair of both plain and significant things: the cost thriftiness and the easiness conveyed by digital technology to photography.


It´s patent that taking pictures "old fashion style" has turned into a "pleasure" reserved for a few ... nostalgic ones? reactionary ones? artists? sybarites? It´s all the same either how they are called or their reasons. The significant side is not to forget that photographs were already made much before the silicium, bits and pixels. It wasn´t so easy as currently, since cameras and films "didn´t know" how to do the pictures. Neither was it so comfortable as presently when you sit in front of your computer, "develop" your pictures without staining yourself and handle them at will, but the most curious aspect is that the photographic industrydoesn´t withdraw from its persistance for launching programs "emulating" the appearance of those images made with emulsified silver halides, light and chemicals as basic ingredients, along with some such picturesque components as "metol-hydroquinone".

As far as I´m concerned, I must admit that I´ve let myself be carried by the "technological side" of photography, to some extent because of necessity and partly due to comfort, but I have always defended the "magic" I do perceive on developing and turning my images into positives, wrapped up by the dim red light of the laboratory, breathing in the scent of those chemicals and struggling against that inopportune speck appearing on the most inappropriate place, albeit I´m also the first acknowledging that this digital technology has enabled me to do images that would have been impossible any other way, so I won´t ever speak ill of eithertype of photography.

Actually, till recently, the digital technology has needed the "ancient" chemical photography, but it´s not that way any more. Both of them are self-sufficient and although the industry will attain a steady evolution of digital photography and increasing its "quality", I deem that it´s time to invert roles, to put digital photography in chemical one´s service. I´m interested in searching for the way to retroevolve the photography, taking those digital images overcrowdedwith pixels and deconstruct them running the inverse way, digitally capturing my images and treating them until getting an archive and shaping it onto a "classic" black & white paper, but without using printers, inkjet devices or any of the fixtures invented for such an aim, starting from a digital world so as to come back to the argentic origin of photography.

a OfFo participou nas comemorações do dia mundial da fotografia estenopeica com a realização de uma foto da marina de Angra do Heroísmo numa pinhole 30,5x40,5cm construida para o efeito. Foi usado Papel ilford 30,5x40,5cm exposto durante 3 minutos e revelado no laboratório da OfFo no mesmo dia, 24 de Abril. No dia seguinte, ou seja hoje, depois de seco foi feita a fotografia que por ser a uma folha negativo a foto foi invertida em photoshop e editada só com acerto de níveis.
fica então registada a marina de Angra do Heroísmo.
http://www.pinholeday.org/gallery/2011/index.php?id=664&searchStr=hermano

Exposição de Fotografia & Apresentação do LivroRomeiros~Pilgrims de Paulo AlegriaDe 9 a 27 de Maio de 2011, no Palacete dos Viscondes de Balsemão, Porto.Inauguração da Exposição no dia 9 de Maio às 18 horas.( aberto de Segunda a Sexta, das 9:00 às 20:00, e Sábados das 10:00 às 18:00 )Um olhar contemporâneo sobre as pessoas que fazemdo Alto Minho uma grande e permanente festa.Foi necessário um envolvimento profundo, de vários anos, para conseguir uma compreensão plena das alterações sociais que a região está a enfrentar neste início de século. Um romance em imagens, escrito com um olhar irónico e colorido que nos mostra as velhas tradições em contacto com o futuro, num debate muito aceso e assente no confronto entre o profano e o sagrado.


Obra incansável de Paulo Alegria, testemunho para as gerações vindouras e extraordinário documento dado, generosamente, a um povo que se apressa a definir-se, sem medo de nada...


A câmara na mão e a perspectiva de um cenário interessante faz com que a imaginação não lhe pare de corropiar à volta levando-o arrastado num entusiasmo implacável e quase pueril, mas no entanto lúcido, em direcção ao que o rodeia, compondo com um rigor quase espartano as imagens que me deixam muitas vezes pasmado pela oportunidade e certeza de composição. (Alberto Monteiro - fotógrafo).


Guardar este trabalho é guardar um povo inteiro, um sentimento de pertença e alteridade com milhares de anos e que se consubstancia em momentos especiais como estes. Guardar este trabalho é guardar gente, lembrar gente, com a sua tremenda vulnerabilidade mas também obstinada vontade de merecer algo maior, merecer um sonho, o paraíso, o que, ao menos momentaneamente, salva os romeiros das suas dores à força da enorme esperança. Guardar este trabalho é guardar sempre a esperança. A mim comove-me, considero que é algo que não se pode perder, quer este trabalho, quer a esperança. (valter hugo mãe - escritor)
um interessante desafio em fotografia bem como uma forma engenhosa de se "ter" uma câmara 4x5 http://carynorton.com/legotron-mark-i
Seja porque ainda se acredita que um ritual faça o efeito que se espera, ou porque simplesmente é um costume sem memória da sua nascença; seja porque se crê simplesmente, ou porque se anseia do apoio espiritual; seja cura, prevenção ou conforto da alma; seja se só para estar e ver, acreditando ou não. São actos de fé que perduraram no tempo, uns reconhecidos quase globalmente, outros que existem só porque a tradição conseguiu sobreviver à corrosão do presente. Durante os últimos anos, Alberto Monteiro visitou vários locais de fé e captou o ambiente que os rodeia. Nesta exposição, apresenta-nos imagens desde a mais profunda entrega à crença até a um aparente alheamento da mesma. Contudo, todas têm algo em comum: são imagens que devem algo à fé.
"A fotografia é uma mentira. O cinema são vinte e quatro mentiras por segundo. 
24 FOTOGRAMAS é uma exposição com vinte e quatro imagens de vinte e quatro curtas-metragens, nas quais foram directores de fotografia alguns dos membros da associação ALT. 
O cinema é feito de fotografia. Em 24 FOTOGRAMAS, o cinema é fotografia." http://desenhoscomluz-apaf.blogspot.com/2011/04/24-fotogramas.html http://www.facebook.com/event.php?eid=172483826137257